A Felicidade não se compra

“A felicidade não se compra” é um clássico de Frank Capra, lançado em 1947. Conta a história de George Bailey (James Stewart), um homem que luta contra seu destino. Um sucesso em sensibilidade e enredo até os dias atuais, o filme faz com que nos questionemos: “Quem seriam as pessoas com as quais eu convivi se eu não tivesse passado na vida delas?”. É um filme para nos lembrar da importância da nossa existência em dias difíceis.

George Bailey é um homem que sempre quis sair da cidade onde nasceu, a pequena Bedford Falls, para estudar, mas devido a uma série de acontecimentos, nunca conseguiu concretizar esse sonho. Na trama, ele é um homem bondoso e de grande sensibilidade, que está sempre disposto a ajudar qualquer pessoa.

Sua criação tem grande influência sobre quem ele é, já que seu pai mantinha uma empresa de crédito que emprestava dinheiro para que pessoas de baixa renda conseguissem financiar uma casa própria.

No momento em que Bailey estava com viagem para Europa marcada para iniciar seus estudos, seu pai morre, e a responsabilidade de continuar o legado na empresa, cai sobre ele, o que obriga o jovem a deixar seus sonhos de lado para que a empresa não vá a falência.

Um homem rico e poderoso da cidade, o arquetípico vilão, Henry Potter (Lionel Barrymore, avô de Drew Barrymore), não vê com bons olhos a ajuda que a empresa de Bailey dá as pessoas, já que ao conquistarem empréstimos para a compra de suas casas, grande parte dessas pessoas deixa de fazer parte de cortiços que estão no poder do Sr. Potter.

O clímax da trama acontece quando, na véspera de Natal, o tio Billy (Thomas Mitchell), perde o dinheiro que pagaria uma grande dívida da empresa. George não vê saída para esta nova crise e pensa em suicídio.

O céu, então, recebe muitas orações para ele, e o anjo Clarence (Henry Travers) recebe a missão de conseguir que George veja novamente sentido na vida e compreenda que a existência dele é importante. A recompensa para o anjo seria suas tão almejadas asas, as quais espera há 220 anos.

Tratando de acontecimentos do cotidiano, o filme traz uma mensagem final sobre a amizade, “não se está sozinho quando se tem amigos”. Além disso, mostra a importância de cada ser humano no mundo pois, não temos ideia de como ou porque fizemos diferença na vida das pessoas. O filme agradável nos faz sair dali com um gratidão pelo seu lugar no mundo.

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