Conjuve impulsiona participação dos jovens como cidadãos

Os jovens escolhidos devem representar a diversidade de atores sociais. (Foto: Divulgação)
Os jovens escolhidos devem representar a diversidade de atores sociais.
(Foto: Divulgação)

O Conjuve (Conselho Nacional da Juventude) existe desde de 2005 e é o responsável por propor diretrizes para políticas públicas de juventude, dialogar com o Governo Federal para o desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre jovens, além de realizar intercâmbio entre organizações juvenis.

A artesã Paula Grassi foi conselheira da gestão 2012/2013 e era representante do segmento religioso da sociedade civil, por sua participação na Pastoral da Juventude. De acordo com ela, existe uma constante troca de experiências entre os movimentos juvenis participantes, que têm garantia de representação dentro do Conselho. “Durante o período em que atuei, o Conjuve foi protagonista na articulação e pressão pela aprovação do Estatuto da Juventude”, conta Paula.

O Conjuve é a instância nacional de participação juvenil. Os membros geralmente são indicados por já terem envolvimento com alguma entidade de caráter social, e passam a representá-la por dois anos. 

Um dos objetivos do Conselho é impulsionar a participação dos jovens enquanto cidadãos e a continuidade de uma vida pautada no coletivo e no bem comum a todos, estimulando a ideia de que a intervenção nas ruas, comunidades, escolas e no trabalho, pode somar-se à mobilização institucional junto ao poder público. “Atualmente milito na Marcha Mundial das Mulheres e também reconheço a importância dos movimentos feministas atuarem nos espaços de controle social”, conta a artesã.

Aprendizados além do trabalho

Além do impulso como cidadão, os jovens acabam ganhando experiências pessoais que levam para vida toda. Áquila Paz da Rosa, estudante de Relações Públicas, participou do Conjuve como representante dos escoteiros, e pôde participar do Fórum Global da Juventude, na Indonésia e destaca que a consciência sobre sua atuação política continua mesmo terminando a gestão no Conselho, “a vivência como representante da minha entidade num conselho de controle social foi importante inclusive para minha profissão, por ter aprendido na prática sobre advocacy e sobre o funcionamento do governo”, conta.

O Governo ainda conta com outras iniciativas para políticas públicas de Juventude, como o Juventude Viva, que reúne ações de prevenções diante a vulnerabilidade dos jovens negros a situações de violência; Juventude Rural; Estação Juventude, entre outros, que integram a SNJ, Secretaria Nacional de Juventude.

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