Manifestações não assustam comerciantes

Manifestações não atrapalham comércio na cidade  (Foto: Maria Miqueletto)
Manifestações não atrapalham comércio na cidade
(Foto: Maria Miqueletto)

As manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus e de professores contra os atrasos no pagamento de salários, no centro de Curitiba, esta semana, não assustaram os comerciantes. “Até agora não tivemos nenhum incômodo”, afirma a comerciante Débora Cristine Bueno, 26. As manifestações foram pacíficas, como reforça Daniel Gouveia, 20, funcionário das Livrarias Curitiba. “Em 2013 foi ruim, mas nesse ano as manifestações estão sendo calmas”, diz.

Sonia Ribeiro, 54, funcionária da Casa Sade Perfumaria, conta que, devido ao receio da população quanto ao vandalismo que ocorre em algumas manifestações, as vendas diminuem . “Atrapalha o movimento da loja, porque as manifestações intimidam as pessoas e elas preferem não vir para o Centro”.

Danielli Cristina dos Santos, 28, funcionária da loja Scarpinni Calçados, garante que é o barulho o que mais incomoda. “A poluição sonora é ruim, fica difícil conversar com os clientes”, ressalta.

Em casos mais graves os comerciantes se protegem como podem. “Quando tem manifestação violenta, nós baixamos as portas, não tem o que fazer”, assegura Rosicleia Silva Soarez, 28, comerciante da Rua XV. “Em dias de manifestação, deixamos as portas meio abertas e os funcionários em frente a loja”, relata Débora de Souza, 19, funcionária da Farmácia Preço Popular.

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