Por dentro do Museu de Ciência Naturais da UFPR

O museu do Setor de Ciência Biológicas possui uma exposição rica em detalhes e conhecimento

Por Jessica Skroch

O Museu de Ciências Naturais (MCN) da Universidade Federal do Paraná conta com um vasto acervo científico, paines explicativos, telas e materiais que abordam todos os reinos dos seres vivos em exposição. Fundado em 1994 pelo professor Euclides Fontoura da Silva Junior, o MCN desenvolve desde então atividades de pesquisa, ensino e extensão nas Ciências Biológicas.

A exposição é formada por coleções de Zoologia e de Paleontologia (especialidade da Biologia que estuda a vida no passado e sua evolução até os dias de hoje), com animais como cobras e peixes, animais taxidermizados (empalhados), réplicas, fósseis, kits, esqueletos e modelos. O acervo começou com doações de materiais de professores, estudantes, e do próprio Setor de Ciências Biológicas da UFPR. Mais tarde, o museu também recebeu animais taxidermizados do Museu de História Natural do Capão da Imbuia, da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Pesquisadores e estudantes podem consultar e emprestar as coleções científicas que não estão expostas. O local é aberto ao público e é voltado para visitas do Ensino Fundamental e Médio através do programa Ciência Vai à Escola, idealizado pelo fundador do MCN e que busca popularizar e divulgar o conhecimento científico a partir de uma nova metodologia de ensino. Por isso, o museu também realiza exposições itinerantes, cursos, saídas de campo e palestras.

 

O museu começa a exposição pelas primeiras formas de vida na Terra, com réplicas e modelos de paleontologia, ou seja, que representam o desenvolvimento dos seres vivos.

 

A divisão da exposição é feita pelo filo dos seres vivos. Na foto, observa-se o filo Mollusca, como polvos, ostras e caramujos.

 

Animais estão conservados em vidros com formol para que possam ser observados.

 

O peixe está sob a técnica da diafanização com colorização, que consiste em clarear uma espécime animal com produtos químicos preservando a estrutura esquelética. As cartilagens ficam com cor azul, e os ossos com a cor vermelha.

 

O fundador do MCN, Euclides Fontoura da Silva Junior, trabalhou 40 anos na UFPR e foi referência em sua área. Ele foi membro do conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e do conselho editorial do Instituto Ciência Hoje.

 

O museu também possui aquários com animais vivos, como cágados, cobras e peixes.

 

A exposição se inicia com os primeiros tipos de vida na Terra e termina com a evolução do ser humano.

 

Outra técnica reproduzir animais em coleções científicas é a taxidermia. Animais taxidermizados possuem o aspecto de animais empalhados. Porém, atualmente não se enche os animais de palha, mas se utiliza manequins de poliuretano.

 

O MCN é aberto a visitações com entrada gratuita. Para instituições escolares, é necessário agendar pelo telefone ou pelo e-mail do museu.

 

O acervo do MCN não está todo em exposição. Pesquisadores e estudantes têm a disponibilidade de diversos materiais para empréstimo e consulta.

 

Desde sua fundação, o museu possui um convênio entre o Setor de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Paraná e o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE).

 

Às visitas ao MCN podem ser agendadas pelo telefone ou e-mail para grupos de até 40 pessoas.

Serviço:

Telefone:  (41) 3361-1628

E-mail: biomuseu@ufpr.br

Endereço: Rua Coronel Francisco H. dos Santos, 100 (Setor de Ciências Biológicas – Campus Centro Politécnico).

Horário de funcionamento: De segunda-feira à sexta-feira, das 9h ao 12h, e das 13h30 às 17h30.

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