Sexta-feira de protestos contra a reforma trabalhista

Servidores públicos se reuniram em todo o país para demonstrar indignação com a nova lei que modifica salários e jornada de trabalho

Por Bruna Falce

Servidores reunidos na Boca Maldita, em Curitiba. Foto: Bruna Falce

O Dia Nacional de Paralisação aconteceu em todo o Brasil. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Natal são algumas das capitais que participaram dos manifestos. Em Curitiba, os servidores se reuniram nesta sexta-feira (10), na Boca Maldita.

A mobilização partiu de sete sindicatos insatisfeitos com as mudanças propostas pela reforma trabalhista que entra em vigor hoje (11). A data escolhida, um dia antes do início da nova lei, representa um marco para os profissionais que se sentem afetados negativamente pela reforma. Entre os sindicatos que aderiram está o dos metalúrgicos.

A cidade permaneceu com fluxo normal e a concentração contou com cerca de 300 pessoas, de acordo com a Polícia Militar (PM). As entidades sindicais e os participantes do movimento demonstravam indignação com as mudanças trabalhistas e da previdência, ressaltando a necessidade do voto consciente para a próxima eleição.

A greve continua

A base do Sinditest informou, nesta segunda, 13, que decidiu manter a paralisação. Um grande ato contra a Reforma Trabalhista acontecerá em Brasília no dia 28 de novembro. No Paraná, técnicos da UFPR e da UNILA permanecerão em greve. Os servidores da UTFPR optaram por voltar às atividades normais, mas ainda avaliam a possibilidadede de aderir ao movimento. Na próxima semana, será realizada uma nova assembleia de greve para decidir a continuidade da paralisação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *